quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
ALMOÇO DE NATAL E CONVIVIO DE COMBATENTES DO OESTE
A Liga dos Combatentes, através
do seu Núcleo de Torres Vedras e Lourinhã, vai organizar um almoço de Natal com combatentes
do Oeste e suas famílias (sócios e não sócios da Liga dos Combatentes), no
próximo dia 14 de Dezembro, no
restaurante Adega do Caréca na Atalaia de Cima - Porto Barcas, conforme programa
que se apresenta.
Junta-te a nós. Hoje somos muitos, amanhã seremos mais.
FINADOS 2013
“A Liga dos Combatentes como é de
sua tradição, prestou homenagem aos seus combatentes, pelos vários cantos do
mundo, nesta época de Todos os Santos.
Cumprindo essa tradição o Núcleo
de Torres Vedras realizou uma visita aos Talhões sobre a sua responsabilidade, procede
à deposição de flores nas campas dos antigos combatentes e á execução de um
minuto de silêncio, com seguinte sequência:
- dia 02 de Novembro, pelas
10H30, deposição de flores no Talhão dos Combatentes em Sobral de Monte Agraço;
- dia 02 de Novembro, pelas
12h00, deposição de uma Palma junto do Monumento aos Combatentes Torrienses e
de flores nas campas dos Combatentes, sepultados no cemitério, antigo de Torres
Vedras, á qual se associou a Câmara Municipal de Torres Vedras;
Junto ao Monumento aos Torriensens mortos na guerra de África
Homenagem ao Alferes Mutilado Inválido, José Lobato Falcão
INAUGURAÇÃO DE MONUMENTO AOS COMBATENTES DE ATALAIA – LOURINHÃ
No passado dia 16 de Junho de
2013 a população de Atalaia – Lourinhã honrou os seus combatentes com a
inauguração de um singelo monumento.
A homenagem foi organizada pela
Junta de Freguesia da Atalaia, presidida pelo senhor Fernando Fonseca e por uma
comissão de antigos combatentes dirigida pelo antigo prisioneiro de guerra na
Índia e sócio da Liga dos Combatentes, Joaquim Isidoro Santos.
A cerimónia foi presidida por José Manuel Custódio, Presidente da Câmara Municipal da Lourinhã, à qual se associou a Liga dos Combatentes, representada pelo seu Secretário-geral, Coronel Faustino Lucas Hilário.
O Núcleo de Torres Vedras colaborou e apoiou esta cerimónia,
nomeadamente com a requisição de uma guarda de honra e o apoio de protocolo.A cerimónia foi presidida por José Manuel Custódio, Presidente da Câmara Municipal da Lourinhã, à qual se associou a Liga dos Combatentes, representada pelo seu Secretário-geral, Coronel Faustino Lucas Hilário.
Noticias sobre o evento no Jornal Alvorada - Lourinhão de 19 de Julho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
CERIMÓNIA DO 11º ANIVERSÁRIO DA INAUGURAÇÃO DO MONUMENTO AOS TORRIENSES MORTOS NA GUERRA DO ULTRAMAR
No passado dia 02 de Junho, cumprindo um
dever patriótico, o Núcleo da Liga dos Combatentes de Torres Vedras, levou a
efeito uma singela homenagem aos combatentes mortos na guerra do ultramar,
simbolizados pelo Monumento em sua honra que se encontra erigido no campo da
Várzea em Torres Vedras.
A cerimónia foi presidida pelo Dr Carlos
Miguel, Presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, estando ainda
presentes o Presidente da Direcção Central da Liga dos Combatentes, Tenente-General
Joaquim Chito Rodrigues, a Vereadora da Cultura, Drª Ana Umbelino, além de
muitos combatentes que quiseram associar-se a este evento.
Esta cerimónia revestiu-se de um simbólico
toque de silêncio, executado por um terno de clarins da banda do exército, em
honra de todos os combatentes falecidos, a que se seguiu a deposição de uma
coroa de flores na base do monumento, tendo terminado com o toque de alvorada.
Após a cerimónia militar, realizada junto
do monumento, seguiu-se uma almoço de convívio no restaurante o Voluntário, em
Torres Vedras, no decorrer do qual foram entregues "Diplomas de Testemunho de Apreço" aos sócios da Liga dos Combatentes
que completaram mais de vinte e cinco de inscrição continuada, a cuja entrega se
associaram o general Chito Rodrigues, a Vereadora Drª Ana Umbelino e o presidente
da junta de freguesia de S. Pedro e Santiago, Engº Francisco Martins.
Imagem da mesa de honra. Vêem-se da esquerda para a direita o Secretário-geral da Liga dos Combatentes, Coronel Faustino Lucas Hilário, a Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Torres, Drª Ana Umbelino, o Presidente da Direcção Central da Liga dos Combatentes, Tenente-general Chito Rodrigues, o Presidente da Direcção do Núcleo de Torres Vedras, Tenente-coronel Costa Pereira e o Presidente da Junta de Freguesia de S. Pedro e Santiago, Engº Francisco Martins.
Sócio
Combatente, nº 50625, Licínio Alexandre Leal – quarenta e dois anos de
inscrição;
Sócio
Combatente, nº 53221, António José dos Santos Assunção Delicado – quarenta e um
anos de inscrição;
Sócio
Combatente, nº 80625, Humberto Júlio Machado Pinto – trinta e cinco anos de
inscrição;
Sócio Extraordinário,
nº 80625, Maria Celeste Pinto – trinta e três anos de inscrição;
Sócio
Combatente, nº 98675, Rodrigo Botelho Lourenço – trinta anos de inscrição;
Sócio
Combatente, nº 100834, Serafim da Silva Fonseca – vinte e nove anos de
inscrição;
Sócio
Combatente, nº 115950, José de Sousa Pinho – vinte e cinco anos de inscrição.
Tenente-general Chito Rodrigues entrega o diploma ao sócio Licínio Leal
O Presidente do Núcleo, TCor Costa Pereira e o Presidente da Junta de freguesia de S. Pedro e Santiago, Engº Francisco Martins entregam diplomas ao sócio Humberto Pinto, que também recebeu o Diploma da D. Celeste Pinto, que não pode estar presente por razões de saúde
segunda-feira, 10 de junho de 2013
HOMENAGEM AOS TORRIENSES MORTOS NA GUERRA DO ULTRAMAR
O Núcleo da Liga dos Combatentes de Torres Vedras
realizou no dia 2 de Junho de 2013, data de comemoração do 11º aniversário da
inauguração do Monumento aos Torrienses
Mortos na Guerra do Ultramar (na Várzea, frente ao Tribunal), uma singela mas sentida homenagem aos torrienses
falecidos. Foi uma evocação emocionada para todos os presentes, pois viveram as
mesmas dificuldades e riscos e, por isso, não deixaram de recordar, mesmo à
distância temporal, os que infelizmente partiram. Ao sinalizar esta efeméride não
poderia deixar de lembrar a passagem do livro A Condição Humana de André Malraux, quando refere uma vida não vale nada, mas nada vale uma
vida. Ela é um bem sem preço e tem
um valor incalculável. É por isso que
nos reunimos em torno da memória dos que tombaram em combate. Já não falamos
com eles. Falamos deles. E é por isso que esta é a única homenagem que lhes
podemos prestar.
O Núcleo da Liga dos Combatentes de Torres Vedras,
cuja recente instalação na cidade não pôde senão contar com o apoio da Câmara
da Lourinhã e com as quotizações dos seus sócios para arrendar as instalações
onde se encontra sediada, orgulha-se dos serviços que presta aos seus sócios e
familiares, num gesto de verdadeira solidariedade e humanismo. Sublinha-se, que
sabemos bem como as dificuldades unem os homens. E que foram elas que moldaram
e consolidaram a relação de amizade de velhos camaradas de armas que
circunstancialmente se conheceram como militares e se transformaram em amigos. Por
isso, a solidariedade, a estima, o respeito, o valor institucional, sobrevivem
na história de vida e na memória de cada um de nós. É por isso que surpreende o
desrespeito que sucessivos governos e demais políticos têm revelado por quem
foi compelido e sacrificado na sua juventude a servir a Pátria, como aconteceu
com a geração a que pertenço (a década de 1960/70) que se sente frustrada com
tal insensibilidade e indignidade com que é tratada.
A homenagem prestada tem como pano de fundo a
Instituição Militar. Foi por tê-la servido que comungamos os mesmos valores,
cumprimos as mesmas regras, defendemos os mesmos princípios e que, em muitos
casos, nos conhecemos directamente. As instituições sociais são faróis
orientadores para qualquer sociedade, devendo por isso merecer o respeito que
lhes cabe, mesmo quando isso não aconteça com quem as representa, o que entre
nós é infelizmente a regra. Não servem as instituições públicas. Servem-se
despudoradamente delas.
Nesta efeméride e por uma questão de grandeza moral
colectiva, não se poderia deixar de referir que a história de um povo é o
próprio povo. Por isso, honrar a memória dos seus, não é um ritual. É um dever cívico
de qualquer povo que respeite a sua história, preze a sua existência e tenha
orgulho nos feitos dos seus antepassados. Portugal e a Instituição Militar têm sido
mal tratados e até desprezados pelas sucessivas hordas (elites) políticas que
se apoderaram e exerceram o poder depois do 25 de Abril de 1974. Quando olhamos
para o que se passa noutros países europeus e observamos o respeito que devotam
à Instituição Militar, faz corar de vergonha qualquer cidadão responsável que
preze as suas instituições. Isso, infelizmente, afasta-nos do que se passa noutros
países. E a propósito, não pode deixar de se transcrever aqui o discurso de
Barack Obama, Presidente Obama dos Estados Unidos, proferido no Memorial Day "...É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião
que desejamos. É graças aos soldados, e não aos jornalistas, que temos liberdade de imprensa. É graças aos soldados, e não
aos poetas, que podemos falar em público.
É graças aos soldados, e não aos professores, que existe liberdade de ensino. É graças aos soldados, e não aos
advogados, que existe o direito a um julgamento
justo. É graças aos soldados, e não aos políticos, que podemos votar..." Eis a razão pela qual deve haver
sensibilidade e conhecimento da realidade para lidar com a Instituição militar.
Ela foi e deve continuar a ser uma referência para a sociedade civil. E se se
degradou, as culpas deverão ser todas assacadas à classe política que governou
o País depois de 1974, cuja arrogância funcionou e tem funcionado como escudo
da ignorância. Por isso, é moda dos políticos o achismo. Todos acham. Todos
andam a achar. Mas não se sabe o que verdadeiramente
procuram. Todos têm opiniões sobre tudo, mas não leram, não estudaram nem
fundamentam nada. Poderá o País, com esta gente, ter um futuro digno? Mas, o
mais grave é que a Europa está entregue a gente deste jaez.
Aproveita-se para sublinhar que uma sociedade que
não tem memória e não preza a sua história (o seu passado e os seus valores),
demonstra claramente que entrou em decadência. Que caminha celeremente para o
estado animalesco donde partira há milénios. Retrocesso necessariamente
indesejado e chocante para os que prezam os valores e estimam a dignidade da vida
humana.
_____________
Por, Rocha Machado (Prof)
Subscrever:
Mensagens (Atom)














